BEm vindos ao meu BLOG!…
Achei legal colocar como primeiro post o meu perfil,escrito pela amiga Camila Lima para a matéria de Redação Jornalística II,assim quem passa por aqui pode me conhecer um pouquinhi melhoor…
A Celli é legal!
Alceu e Maria do Carmo Moreira construíram um lar muito feliz. Pais de quatro filhos: Júlio, Juliana, Jussara e Joice, viviam na cidade de União da Vitória. Até que um dia receberam a noticia da chegada de mais um bebe na família… Era ela…Jucelli Cristina Moreira.
Depois de dois anos, a família Moreira mudou de cidade e foram morar em Canoinhas, Santa Catarina. Jucelli foi crescendo, teve mais um irmãozinho, e passou a ser chamada de Célli, não por ser um apelido carinhoso, mas sim, porque ninguém acertava o nome dela.
Célli teve uma infância normal, brincou, estudou e fez amigos…para ela nunca foi difícil fazer amizade. “Sempre muito feliz, engraçadinha, alegria de todas as festas, a Jucelli foi uma surpresa, eu não imaginava ter mais uma irmã”, conta Jussara Moreira, 36, irmã de Jucelli.
Jucelli, nasceu na tarde de 19 de janeiro de 1988 e desde o seu nascimento a família de Alceu e Maria foi mudando. “A maneira de educar a Jucelli foi diferente da maneira que nós fomos educados, a Jucelli teve mais liberdade, fazia várias atividades porque era muito inquieta”, explica Jussara.
Cativante, alegre, dona de um sorriso largo no rosto, o olhar de Célli nunca escondeu o que ela realmente era…Uma menina cheia de determinação e sonhos.
Desde pequena gostava de conhecer pessoas e aprender coisas diferentes. Freqüentou cursos de teclado, violão, bordado, teatro, gestão pública, porque realmente tinha uma grande criatividade.
Célli sempre foi uma menina esforçada e estudiosa, que gostava de ler e contar histórias. Jucelli também tinha habilidade com as palavras, o dom de prestar atenção em todos os detalhes, e conseguir transformar até um simples passeio no parque em uma história rica de emoções. Outra coisa muito interessante em Célli era a freqüência com que coloria os cabelos, que já foram verdes, vermelho, roxo e preto. De camiseta, tênis e calça jeans, Jucelli passou a fazer muitas escolhas que iam mudar completamente sua vida. Aos 17 anos decidiu que queria ser Jornalista. Na verdade ela sempre soube que havia nascido para a função. Aos 18 anos, Jucelli começou a trabalhar na prefeitura de Canoinhas.
Os dias de Célli são bem agitados. Às sete horas ela acorda, mas apenas sete e quinze da manhã ela levanta para o trabalho. Às vezes não volta para casa no almoço, lê um pouco, come algo na rua, e foleia revistas até que alguma chame a sua atenção. Célli não gosta de não fazer nada, ela precisa sempre estar atarefada e com papeis na mão.
Após um dia de trabalho na prefeitura de Canoinhas, Jucelli vai para a faculdade em União da Vitória, senta em um banco qualquer do ônibus e viaja uma hora e meia até o Centro Universitário de União da Vitória, no qual cursa o terceiro ano de Jornalismo.
Debates, opiniões, diálogos, Jucelli é muito política e usa da conversa para resolver tudo. “A Jucelli é responsável, dedicada, batalhadora e escreve muito bem. Acho que com esse jeito ela se daria bem em qualquer profissão”, afirma o professor de Jucelli, Amauri Yamauti, 27.
Durante o dia todo ela ri, fala, explica, mas depois das dez e meia da noite ela não gosta de conversar. “Me deixe!!! Estou com o mal humor das dez e meia, preciso dormir”, reclama Jucelli. Algumas pessoas não entendem, e isso a irrita mais ainda, outras pessoas já estão acostumadas com o humor da hora e até acham bonitinho.
“É um humor estranho, mas também é engraçado, eu já me acostumei com a Célli assim”, explica o amigo de Jucelli, Cleber Pereira da Costa, 20.
Nos finais de semana Célli se dedica a família, faz bolos, tortas, docinhos para ela os pais, e os cinco irmãos. Fica algumas horas em frente ao computador, conversando com amigos e procurando matérias interessantes na internet, assiste um ou mais filmes e é claro…dorme!
Engenheiros do Hawaí, Pato Fú, Nando Reis, Cidadão Quem, Beatles….Jucelli sempre gostou de Rock, história e política. Gremista, ela sabe falar sobre qualquer assunto, inclusive futebol.
“A culpa sempre é da Célli”, embora tenha mania de perseguição, complexo de inferioridade e crises de identidade, Jucelli é bonita e chama a atenção de todas as pessoas por onde passa, com seu tom de voz alto e sua mania de falar com as mãos. Dona de um coração grande e bondoso, Célli não mima todo mundo, mas com um jeitinho especial ela coquista e encanta as pessoas pela atenção especial que ela as dá.
Quase sempre bem humorada e engraçada, ela conta piadas sobre si mesma e tem sempre uma explicação para os absurdos do mundo.
“Eu sou legal”, é uma das frases que Célli diz com freqüência. Célli não entende que não precisa dizer o que todos já sabem. “Amável, divertida, tímida, inteligente e sincera, a Celli é legal sim e vive afirmando isso. Por trás daqueles óculos um tanto inibidores, existe uma mulher pronta para a vida”, afirma Luciano Caldonazzo, 32, colega de classe.
Planos? “Ahhhh, assim que me formar na faculdade quero fazer muitos cursos, viajar, aprender a dirigir, comprar uma câmera fotográfica! Ah, e me casar”, brinca Celli. Planos ela tem muitos, mas o que irá decidir qual é o futuro dessa jovem brilhante é só o tempo, e quem sabe um dia desses, lendo as páginas bem diagramadas de uma revista importante possamos ler no final de cada matéria: Reportagem Jucelli Moreira.