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Já auxiliei na organização de muitos eventos: Festa da Erva-Mate, do Agronegócio, Café Solidário, Campanha Sou do Bem, Conferências Municipais e Regionais, lançamento de Associação Fotográfica e vários outros que trouxeram muitas experiências. Em alguns, aprendi a importância de trabalhar de maneira organizada, outros me ensinaram a correr contra o tempo… mas o que todos me mostraram é que o sucesso de um evento, independente do tamanho, dinheiro e público alvo, depende de uma boa equipe. E uma boa equipe foi o que não faltou no 8º Giro da Comunicação.

 O evento tinha entre seus objetivos propiciar a troca de experiências entre profissionais e acadêmicos de comunicação. Conseguimos mais que isso, conhecimento, diversão e amizades. Adorei todas as etapas, tivemos a sorte de ter pessoas competentes e comprometidas que nos ensinaram muita coisa. Não vou entrar em detalhes aqui, porque assim vocês acessam o blog de comunicação da Uniuv  e conferem as matérias produzidas pelos repórteres do quinto semestre de Jornalismo. Quero usar o espaço do blog para agradecer a cada pessoa envolvida no 8º Giro. Independente de ser membro do Cacos, Professor ou palestrante… o trabalho de cada um de vocês foi essencial para o sucesso da primeira e segunda etapa do Giro. Se eu esquecer de alguém, por favor me desculpem.

 Camila Lima, Carlos Eduardo Vipiévski, Angela Farah, Ana Cristina Bostelmam, Rodrigo Seccon, Lucio Passos, Fahena e Paulo Horbatiuk, Simone Junges, Wagner Bohn, Helen Colombo, Bárbara Salles, Murilo Souza, Gionei Fhynbeen. Vocês compartilharam boas idéias, mostraram como trabalhar em equipe, ajudaram a divulgar o evento, a realizar as inscrições, conseguiram cavaletes para exposição, transporte para os palestrantes e, por meio das matérias no blog de comunicação, mostraram o evento à quem não pode comparecer.

 O Agradecimento se estende à equipe da Cantina, Secretaria, biblioteca, CPD e aos professores que liberaram as turmas para assistirem as palestras e a noite audiovisual.

 Obrigada à Gil Marcel , Maria Cristina, Marcello Miranda, Hélio Campos Mello, Mario J. da Silva. Responsáveis pela noite audiovisual, oficinas, palestras e exposição. Aprendemos muito com todos vocês. Saibam que sempre serão bem vindos!Exposição, de fotos e amigos (:

 

 A inauguração do templo da igreja adventista de Joinville, não foi e dificilmente será esquecida pelos moradores de Santa Catarina. Não falo somente das mais de duzentas pessoas que compareceram no ato, realizado no ano de 2007. A quantia de fiéis, o tamanho da fé de cada um e os sermões proferidos também não são os motivos da repercussão que teve a inauguração do templo. O que aconteceu nas dependências da igreja adventista,foi além de qualquer comemoração. Naquela manhã de março, a menina Gabrielli Eichholz,com um ano e sete meses, foi encontrada morta na pia batismal. Um choque para parentes e amigos que aos poucos foi tomando proporções maiores. Ninguém viu se Gabrielli caiu ou se foi jogada na pia. E a morte que a principio parecia acidental se transformou em um crime até hoje sem provas.

O circo foi armado. E todo circo tem um animal perigoso,no da justiça de Joinville a fera foi o canoinhense Oscar Gonçalves do Rosário, que do dia pra noite passou de pedreiro em busca de uma vida melhor à estuprador.

Circo que se preze, tem também domadores, aqueles capazes de conter o perigo e colocar ordem no espetáculo, nesse caso os policiais, foram eles que tomaram as rédeas em todos os momentos, desde a confissão do acusado,passando pela reconstituição do crime e terminando transformação de inocente em réu.

Qual seria a graça do espetáculo se não houvessem os palhaços?Toda platéia aponta pra eles,em um momento sentem pena,pois enquanto no picadeiro esses personagens divertem na vida real eles lutam pra sobreviver,em outro discriminam, afinal você conhece alguém que seja amigo de um palhaço?E sem saber o que de verdade faziam os palhaços, a platéia os apresentava: olha aí,a família do pedreiro.

No picadeiro também há espaço para equilibristas, os que querem andar na linha,sempre reta, mas que uma vez ou outra tendem para um lado e nessa hora, ou pulam ou caem. No picadeiro do grande circo da justiça, os legistas prontamente assumiram o cargo de equilibristas. Em férias um dos legistas assinou o laudo que outro profissional fez, dizendo que Gabrielli fora vitima de estupro, depois disseram que não houve estupro,e pressionados pelos domadores, e por outras pessoas do circo, chegou-se a conclusão, sem provas, que houve estupro. E a linha do equilíbrio foi ficando cada vez mais bamba.

Circos também tem mágicos, ilusionistas, que conseguem muitas vezes convencer o publico, que viu algo que não existe. A ilusionista adventista, em seu numero tentou provar que uma fera entrou no circo e matou Gabrielli, porque se não houvesse a fera, a culpa seria do mágico que estava distraído e nada viu.

A platéia, que no inicio do caso acompanhava as apresentações pelos meios de comunicação, disputou os ingressos, senhas, para assistir no circo, fórum, a apresentação final. Grandiosa como as do “Cirque du Solei”,reuniu grande parte da mídia e durou mais de 21 horas. Houve pessoas com argumentos tentando mostrar que a fera não tinha culpa, que tudo era um descuido do mágico. O mágico por sua vez, disse que a única coisa que sabia era que a fera era a culpada. A fera tentou argumentar, dizendo que os domadores a forçaram confessar um crime que ela não cometeu, mas nada adiantou…porque entre a fera e o domador, os donos do circo,juizes, acharam mais sensato acreditar no que diziam os ilusionistas. Os equilibristas, divididos um de cada lado, tentaram amenizar a situação… também não houve jeito.

E a platéia,desde que viu os palhaços chorando, até hoje não sabe o que pensar. Esperavam mais uma apresentação, que talvez tivesse um final feliz, mas na decisão final o circo pegou fogo e os únicos que saíram queimados foram a fera e os palhaços.

 

[ texto opinativo sobre a morte de Gabrielli Eichholz ,trabalho da aula de edição II]

cartaz_diploma_2009

Fonte: Comunique-se
[www.comuniquese.com.br]

 

A pauta do 01/04 do Supremo Tribunal Federal (STF) tem dois assuntos que vão entrar para a história do jornalismo brasileiro: o julgamento da ação do PDT que pede a revogação da Lei de Imprensa e da ação do Ministério Público Federal, que pede a extinção da obrigatoriedade do diploma de jornalistas.

Relator do processo da Lei de Imprensa, o ministro Carlos Ayres Britto pediu em 18/02 prorrogação de 30 dias da liminar que suspende 22 dispositivos dos 77 da lei.

Os artigos da lei, datada de 1967, foram suspensos em fevereiro do ano passado. Menos de uma semana depois, os dez ministros do STF votaram pela manutenção da liminar concedida por Ayres Britto. Em 04/09, eles decidiram prorrogar por mais seis meses a suspenção de parte dos artigos. “Eu tinha seis meses para trazer o voto de mérito, não consegui. Estou pedindo prorrogação por igual período”, justificou o relator da matéria, ministro Carlos Ayres Britto, na época.

Desde o ano passado, juízes têm tomado decisões baseados nos códigos Penal e Cível, para o julgamento de casos que não podem ser decididos com base nos dispositivos suspensos.

“Não há Lei de Imprensa possível”
Miro Teixeira está confiante na revogação total da lei. “Minha expectativa é ganhar. Eu tenho muita esperança de fazer prevalecer o que está garantido na Constituição. Não há Lei de Imprensa possível. As indenizações, por exemplo, não podem ter caráter punitivo na mesma linha, tampouco intimidatória. Elas servem para quem viola direitos da personalidade, como a vida privada. Entendemos que os fatos de interesse do povo tenham que ser noticidados. Às vezes são cometidos erros, que poderão ser corrigidos em qualquer momento. Erros acontecem até em decisões judiciais”, disse o deputado do PDT, quem apresendou a ação no STF.

Presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade acredita que o STF vai revogar alguns dispositivos dos artigos “abertamento inconstitucionais”, mas deve manter os demais até que o Congresso Nacional vote uma nova Lei de Imprensa, que, segundo ele, é uma dívida que deputados e senadores têm com a sociedade. “Uma dívida de votar um texto democrático”, diz ele.

Para Murillo, os códigos Penal e Civil são insuficientes e não específicos para casos que envolvam imprensa. “É muito melhor que haja lei específica. O direito de resposta no Código Civil é uma peça de ficção.

Obrigatoriedade do diploma
Os ministros do STF também julgam a questão do diploma, cujo relator é o presidente do Supremo, Gilmar Mendes. Desde novembro de 2006, profissionais que já atuam na área mas não têm diploma podem exercer o jornalismo.

“Sou a favor do diploma. As profissões evoluem. Antigamente a Advocacia não exigia diploma. As escolas de medicina surgiram a partir de um certo momento de desenvolvimento da humanidade. A atividade jornalística, que tem repercussão pública, precisa conter exigências maiores. Mas também quero continuar a ver o dr. Dráuzio Varella comentando saúde na TV, ver o Oscar [Schmidit] comentando basquete. Tem que existir a compreensão de que o cidadão tem que ser atendido nesta relação que se estabelece no ambiente do direito”.

“Se o STF fizer um juglamento rigorosamente técnico, não tem como não acompanhar a decisão dos tribunais inferiores, que sempre foram a favor da manutenção do diploma. Se prevalecerem outras motivações e interesses, aí de fato se corre risco. Não acredito que o STF faça isso”, finaliza Murillo.

Eu nao queria um blog pra falar das coisas que eu sinto, mas vi que é inevitável mesmo que voce só copie e cole os textos. Porque a seleção deles é influenciada pelo pensamento que se tem na hora da escolha.

Primeiro eu estava esperando inspiração, depois tempo e depois um assunto legal.. não sei o que veio primeiro e nao sei porque a idéia foi descartada…

Entao pensei em dedicar o post de hoje ao concurso que a Afoca está promovendo, + pra isso tem o blog da Afoca né..entao foi mais uma idéia descartada…

Semana passada o Rafael me passou dvds com a série Grey’s Anatomy, assisti alguns episódios da primeira temporada e to adorando.. como diz o Gil…a série faz voce pensar na vida. E hoje em um dos momentos pensar na vida, comecei a procurar no orkut algumas das frases que a Meredith Grey, protagonista, diz no decorrer da série.

parei na primeira que encontrei:

Todos nós lembramos das historinhas de nossa infância: o sapato serve na Cinderela,o sapo vira um príncipe, a Bela Adormecida é acordada por um beijo…Era uma vez…e eles viveram felizes para sempre. Contos de Fadas  - é do que sonhos são feitos. O problema é que contos de fadas não se tornam realidade. São as outras histórias, as que começam com noites sombrias e tempestuosas, que terminam de forma indescritíveis… Sempre são os pesadelos que parecem se tornar realidade … … A pessoa que inventou a frase “Felizes para sempre” deveria tomar uma surra daquelas. Era uma vez… Felizes para sempre… As histórias que contamos são feitas de sonho. Contos de fadas não se tornam realidade. A realidade é muito mais agitada, muito mais turva… muito mais assustadora. Realidade  - ela é tão mais interessante do que viver feliz para sempre.

 

Eu nao gosto de felizes para sempre, e nao acredito em felizes para sempre. Entao  achei o máximo o que Meredith  disse.

Quantas vezes a ja coloquei na cabeça que as coisas deveriam ser diferentes, que as pessoas poderiam ser diferentes e todo mundo seria feliz para sempre. Mas diante de problemas  aprendemos a mudar de idéia, aprendemos que  é preciso  se superar a cada dia, fazer de cada dia um dia feliz, mas para isso é preciso  vencer alguns obstáculos , que fazem a vida real ter graça.

Que fazem a gente ter cada dia mais força

Que despertam nossa capacidade de superação

Que nos mostram que ser feliz pra sempre  nao tem a minima graça.

Boa semana!

O texto é de Gisele Ramos e pode ser encontrado no site
http://divadiz.com/ . Antes disso eu nao sabia da morte do personagem em questão,quem me deu a noticia foi o Dudu, que também contou da atenção que os meios de comunicação deram a esta fatalidade.
Agora não sei o que é pior, alguem anunciar o fim do mundo em 2012 ou mandarem equipes para fazer a cobertura da morte do grande personagem da TV brasileira
.

O Brasil está em choque. Reportagens são exibidas na televisão, matérias foram publicadas nos grandes jornais do país, e os principais portais de notícias brasileiros lamentam a perda deste que é um personagem importantíssimo para a cultura do país. Crianças choram sobre o seu corpo, que tão bravamente lutou durante seis meses contra um câncer de pele. Cultuado na Índia, ele deixou por aqui centenas de descendentes, alguns clones e vários litros de esperma congelados.

Além da fama de invencível nos rodeios da vida, ele também foi astro de novela da Globo. Com sua atuação impactante, roubou a cena na novela América. E para provar que sua passagem pela terra não foi em vão, com sua morte o boi Bandido escancara a falência no jornalismo brasileiro. Porque, pelamordedeus, quem foi o editor que teve a infeliz idéia de mandar uma equipe cobrir o enterro de um boi?

Isso é falta de notícia no Brasil? Não temos crianças morrendo de fome? Não temos violência? Não temos novas enchentes em Santa Catarina? Não temos pais de família mofando em filas de desempregados? Não temos corrupção? E pra não dizer que eu não falei de flores, não temos tantas ONGs e iniciativas bacanas que mereciam espaço na mídia? Não temos guerreiras que sustentam a família a duras penas e são exemplos para muitos de nós?

Esse é só mais um retrato do mundinho infeliz em que nós vivemos, onde somos instigados a lamentar a partida de um animal ruminante e não pensar no que realmente interessa. Sei que a perda de um animal é dolorosa, principalmente para seu dono que devia lucrar horrores prostituindo o pobre do Bandido, mas já estou até vendo quanta gente vai batizar seus gatos, cachorros, e – se bobear – até os filhos de Bandido depois de ver a matéria sobre a morte na Sônia Abrão. Quanta vergonha alheia!

Em ato realizado na segunda-feira, 29, na sala de reuniões do gabinete do Prefeito, o presidente da Câmara de Vereadores, Benedito Therézio de Carvalho entregou ao Prefeito de Canoinhas, Leoberto Weinert, um cheque no total de R$ 466.531,82, referente aos valores não utilizados pelo Legislativo em 2008.
Segundo o Prefeito, o dinheiro devolvido pela Câmara de Vereadores será utilizado para o fechamento das contas do Município e o valor restante formará o superávit para o exercício de 2009. De acordo com o secretário Municipal de Administração e Finanças, Argos José Burgardt, nos últimos quatro anos todos os presidentes da Câmara de Vereadores de Canoinhas fizeram devoluções relevantes. “Significa que o dinheiro público foi tratado com responsabilidade” enfatiza Burgardt.
As contas do Município ainda não foram fechadas, mas estima-se que as despesas do Poder Legislativo tenham atingido aproximadamente 5% do orçamento de 2008. O total da despesa do Legislativo é estabelecido no artigo 29-A da Constituição Federal, que prevê a utilização de até 8% de recibos e transferências legais em cidades com até 100 mil habitantes.
Participaram do ato de devolução, o presidente da Câmara de Vereadores, Prefeito do Município, Secretário de Administração e Finanças e o vereador e secretário da Câmara de Vereadores, Célio Galeski.

Texto e foto: Jucelli Moreira, Assessoria de Imprensa PMC

Argos Burgardt - Secretário de Administração, Prefeito Leoberto, Bene Carvalho - presidente da Camara e Célio Galeski, vereador

Argos Burgardt - Secretário de Administração, Prefeito Leoberto, Bene Carvalho - presidente da Camara e Célio Galeski, vereador

De forma criativa, a mensagem de final de ano do grupo RBS relaciona algumas palavras, que sofrerão alteração ortográfica no ano de 2009,com os valores do ser humano.
Na tv a mensagem é acompanhada do jingle VIDA e de imagens de pessoas que seguram placas com as palavras.
Vale destaque aqui,tanto a criatividade da MATRIZ comunicação, como também o conteúdo da mensagem passada na campanha.

FICHA TÉCNICA
Agência: Agência Matriz
Campanha: Reforma
Direção de Criação: Roberto Philomena e Telmo Ramos
Criação: Roberto Philomena, Telmo Ramos, Manolo Quadros e Josué Orsolin
Atendimento: Daise Aimi, Cíntia Smith e Mariana Rauber
Produção Eletrônica: Monique Sabater
Produção Gráfica: Guiga Gomes
Arte-final: Mauro Corso
Manipulação de Imagens: Meca
Produção do Filme: Sanguebom Filmes
Produtora de Áudio: Jinga Música Original

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João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que… SAIU DO ORKUT! O curta-metragem “Quadrilha”, inspirado nos versos de Carlos Drummond de Andrade, aborda de forma bem-humorada os desencontros amorosos na era das redes de relacionamento. No curta, os personagens viraram avatares (bonecos criados com as caracteristicas que o internauta escolhe: cor da pele, olhos, cabelos e estilo de roupa). O curta tem menos de dois minutos de duração e ja teve mais de 44 mil visualizações no you tube.

Quem é Celli?

BEm vindos ao meu BLOG!…

Achei legal colocar como primeiro post o meu  perfil,escrito pela amiga Camila Lima para a matéria de Redação Jornalística II,assim quem passa por aqui pode me conhecer um pouquinhi melhoor…

A Celli é legal!

 

     Alceu e Maria do Carmo Moreira construíram um lar muito feliz. Pais de quatro filhos: Júlio, Juliana, Jussara e Joice, viviam na cidade de União da Vitória. Até que um dia receberam a noticia da chegada de mais um bebe na família… Era ela…Jucelli Cristina Moreira.

    Depois de dois anos, a família Moreira mudou de cidade e foram morar em Canoinhas, Santa Catarina. Jucelli foi crescendo, teve mais um irmãozinho, e passou a ser chamada de Célli, não por ser um apelido carinhoso, mas sim, porque ninguém acertava o nome dela.

    Célli teve uma infância normal, brincou, estudou e fez amigos…para ela nunca foi difícil fazer amizade. “Sempre muito feliz, engraçadinha, alegria de todas as festas, a Jucelli foi uma surpresa, eu não imaginava ter mais uma irmã”, conta Jussara Moreira, 36, irmã de Jucelli.

    Jucelli, nasceu na tarde de 19 de janeiro de 1988 e desde o seu nascimento a família de Alceu e Maria foi mudando. “A maneira de educar a Jucelli foi diferente da maneira que nós fomos educados, a Jucelli teve mais liberdade, fazia várias atividades porque era muito inquieta”, explica Jussara.

     Cativante, alegre, dona de um sorriso largo no rosto, o olhar de Célli nunca escondeu o que ela realmente era…Uma menina cheia de determinação e sonhos.

   Desde pequena gostava de conhecer pessoas e aprender coisas diferentes. Freqüentou cursos de teclado, violão, bordado, teatro, gestão pública, porque realmente tinha uma grande criatividade.

     Célli sempre foi uma menina esforçada e estudiosa, que gostava de ler e contar histórias. Jucelli também tinha habilidade com as palavras, o dom de prestar atenção em todos os detalhes, e conseguir transformar até um simples passeio no parque em uma história rica de emoções. Outra coisa muito interessante em Célli era a freqüência com que coloria os cabelos, que já foram verdes, vermelho, roxo e preto. De camiseta, tênis e calça jeans, Jucelli passou a fazer muitas escolhas que iam mudar completamente sua vida. Aos 17 anos decidiu que queria ser Jornalista. Na verdade ela sempre soube que havia nascido para a função.  Aos 18 anos, Jucelli começou a trabalhar na prefeitura de Canoinhas.

     Os dias de Célli  são bem agitados. Às sete horas ela acorda, mas apenas sete e quinze da manhã ela levanta para o trabalho. Às vezes não volta para casa no almoço, lê um pouco, come algo na rua, e foleia revistas até que alguma chame a sua atenção. Célli não gosta de não fazer nada, ela precisa sempre estar atarefada e com papeis na mão.
    Após um dia de trabalho na prefeitura de Canoinhas, Jucelli vai para a faculdade em União da Vitória, senta em um banco qualquer do ônibus e viaja uma hora e meia até o Centro Universitário de União da Vitória, no qual cursa o terceiro ano de Jornalismo.

    Debates, opiniões, diálogos, Jucelli é muito política e usa da conversa para resolver tudo. “A Jucelli é responsável, dedicada, batalhadora e escreve muito bem. Acho que  com esse jeito ela se daria bem em qualquer profissão”, afirma o professor de Jucelli, Amauri Yamauti, 27.

     Durante o dia todo ela ri, fala, explica, mas depois das dez e meia da noite ela não gosta de conversar. “Me deixe!!! Estou com o mal humor das dez e meia, preciso dormir”, reclama Jucelli. Algumas pessoas não entendem, e isso a irrita mais ainda, outras pessoas já estão acostumadas com o humor da hora e até acham bonitinho.

“É um humor estranho, mas também é engraçado, eu já me acostumei com a Célli assim”, explica o amigo de Jucelli, Cleber Pereira da Costa, 20.

   Nos finais de semana Célli se dedica a família, faz bolos, tortas, docinhos para ela os pais, e os cinco irmãos. Fica algumas horas em frente ao computador, conversando com amigos e procurando matérias interessantes na internet, assiste um ou mais filmes e é claro…dorme!

    Engenheiros do Hawaí, Pato Fú, Nando Reis, Cidadão Quem, Beatles….Jucelli sempre gostou de Rock, história e política. Gremista, ela sabe falar sobre qualquer assunto, inclusive futebol. 

   “A culpa sempre é da Célli”, embora tenha mania de perseguição, complexo de inferioridade e crises de identidade, Jucelli é bonita e chama a atenção de todas as pessoas por onde passa, com seu tom de voz alto e sua mania de falar com as mãos. Dona de um coração grande e bondoso, Célli não mima todo mundo, mas com um jeitinho especial ela coquista e encanta as pessoas pela atenção especial que ela as dá.

    Quase sempre bem humorada e engraçada, ela conta piadas sobre si mesma e tem sempre uma explicação para os absurdos do mundo.

“Eu sou legal”, é uma das frases que Célli diz com freqüência. Célli não entende que  não precisa dizer o que todos já sabem. “Amável, divertida, tímida, inteligente e sincera, a Celli é legal sim e vive afirmando isso. Por trás daqueles óculos um tanto inibidores, existe uma mulher pronta para a vida”, afirma Luciano Caldonazzo, 32, colega de classe.

    Planos? “Ahhhh, assim que me formar na faculdade quero fazer muitos cursos, viajar, aprender a dirigir, comprar uma câmera fotográfica! Ah, e me casar”, brinca Celli. Planos ela tem muitos, mas o que irá decidir qual é o futuro dessa jovem brilhante é só o tempo, e quem sabe um dia desses, lendo as páginas bem diagramadas de uma revista importante possamos ler no final de cada matéria: Reportagem Jucelli Moreira.

 

 

 

 

 

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